Alguém pensou em perguntar ao bebê o que ele acha de cortarem um pedaço do bilau dele sem anestesia?
(Lido no Orkut)
Quem sabe até já tenham perguntado
ou tido pelo menos a intenção
de perguntar, conforme a sugestão
que dás aqui, de intuito ponderado.
Mas pode ser que, além do intencionado,
se chegue muito cedo à conclusão
de que a pergunta, cheia de razão,
leva a um confuso impasse, inesperado.
Assim, melhor deixar indeferida
a questão que sugeres, de direito,
de que a própria pergunta já duvida.
(Caso nela pensaste alguma vez,
é bom supor que não a tenhas feito –
se é que a língua não falas dos bebês).
domingo, 27 de setembro de 2009
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