"Assim Teste, armado de sua própria imagem, conhecia a todo instante sua fraqueza e suas forças. O mundo compunha-se, à sua frente, primeiro de tudo o que ele sabia e que lhe pertencia - e isto não contava mais; depois, num outro eu, do resto; e esse resto podia ou não podia ser adquirido, construído, transformado. E ele não perdia seu tempo com o impossível, ou com o fácil." (Paul Valéry)
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