Mas como eu ia dizendo, por essas e outras críticas que tenho ao Bolsa Família, sou considerado um “imbecil” e um “ignorante” pelo nosso presidente. (Lido na Internet)
Mais complicado do que conceber
que assim tão facilmente os eleitores
trocarão o seu voto por favores
(que ficam sempre por esclarecer)
é, por certo, pensar – sem se meter
em confusões mais graves ou maiores –
que as opiniões severas e piores
são as que o presidente possa ter.
Se a tal ponto se eleva a honestidade
que nos faça insinuar, sem sutileza,
sob o véu de uma tênue ambiguidade,
o que, no fundo, pode ser “certeza” –
melhor, então, fingindo convicção,
é não pedir segunda opinião.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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